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quinta-feira, 27 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
15 de Junho – Dia da Beata Albertina Berkenbrock Jovem Mártir do Brasil – Intercessora da JMJ 2013
15
de Junho – Dia da Beata Albertina Berkenbrock
Jovem
Mártir do Brasil – Intercessora da JMJ 2013
"Albertina foi uma menina que ousou ser santa."
Foi com essas palavras que Dom Jacinto Bergmann, bispo da diocese de Tubarão -
Santa Catarina -, referiu-se a ela na cerimônia de sua beatificação.
Albertina Berkenbrock nasceu dia 11 de abril de 1919, no
povoado de São Luís, município de Imaruí no Estado de Santa Catarina, Brasil.
Filha de um casal de agricultores - Henrique Berkenbrock
e Josefa Boeing - fervorosos católicos oriundos de famílias alemães, com eles
ela aprendeu as verdades da fé, a rezar, a freqüentar a igreja e a respeitar os
mandamentos de Deus. Cultivou especial devoção a Virgem Maria e a São Luiz
Gonzaga. Recitava diariamente o rosário com a família. Preparou-se com alegria
para a Primeira Eucaristia que recebeu no dia 16 de agosto de 1928.
Foi neste ambiente simples, belo e cristão de sua família
que Albertina cresceu. Ajudava os pais nos trabalhos da roça e em casa. Era
dócil, obediente, incansável, e paciente.
Sua caridade era grande. Gostava de acompanhar as meninas
mais pobres, de jogar com elas e com elas dividir o pão que trazia de casa para
comer no intervalo das aulas. Teve especial caridade com os filhos do seu
assassino, que trabalhava na casa do seu pai. Muitas vezes Albertina deu de
comer a ele e aos filhos pequenos, com os quais se entretinha alegremente.
Albertina, apesar de seus 12 anos, aparentava mais idade e tinha um corpo já
bastante desenvolvido. Era alta e forte, acostumada ao sol e aos trabalhos da
roça. Tinha cabelos louros tendendo ao castanho, olhos verde-escuros. Era uma
bonita moça.
Tudo corria normalmente até que chegou o dia 15 de junho
de 1931.
Perdera-se um boi pelos pastos. Albertina saiu a procura
a pedido dos pais. De longe, Maneco Palhoça - ou Indalício Cipriano Martins,
que planeja conquistar a menina para seus intentos eróticos, a avistou.
Albertina procurava o boi fugitivo. De repente viu ao
longe alguns chifres e correu naquela direção. Para sua surpresa, porém,
encontrou perto deles Maneco carregando feijão na carroça. À pergunta de
Albertina pelo boi desaparecido, o homem lhe deu uma pista falsa para
encaminhá-la ao lugar onde poderia satisfazer seus desejos sem chamar atenção.
Albertina seguiu a indicação de Maneco e embrenhou-se
pela mata. Repentinamente deu de cara com Maneco. Ficou petrificada. Sozinha,
no mato, com aquele homem na frente! Ainda naquela manhã ela levara comida a
seus filhos, como fazia sempre. Havia certa familiaridade entre Albertina e
Maneco, pois era conhecido de toda a família.
Maneco lhe propôs seus intentos. Albertina, decidida, não
aceitou. Começou então, a tentativa do assassino de se apossar de Albertina,
mas ela não se deixou subjugar. A menina é forte. Aos pontapés se defendeu,
derrubou o assassino. A luta foi longa e terrível. Ela não cedeu. Maneco,
derrotado moralmente pela menina, vingou-se, agarrou-a pelos cabelos e afundou
o canivete no pescoço e a degolou. Seu corpo ficou manchado de sangue... Sua
pureza e virgindade, porém, ficaram intactas.
Aos 12 anos de idade, Albertina foi assassinada porque
quis preservar a sua pureza espiritual e corporal e defender a dignidade da
mulher por causa da fé e da fidelidade a Deus. E ela o fez heroicamente como
verdadeira mártir. O martírio e a conseqüente fama de santidade espalharam-se
rapidamente.
A cerimônia de beatificação de Albertina foi realizada em
Tubarão - Santa Catarina . Contou com a presença do bispo local, Dom Jacinto
Bergman; presidiu a cerimônia o cardeal José Saraiva Martins, prefeito da
Congregação para as Causas dos Santos. Estavam presentes cerca de 20 mil
pessoas, na praça da Catedral de Tubarão, além de dezenas de bispos e
sacerdotes, incluindo o Pe. Sérgio Jeremias de Souza, vice postulador e Reitor
do Santuário de Albertina.
Após a leitura da biografia, feita pelo vice postulador,
e a solicitação de beatificação, feita por Dom Jacinto Bergman, o cardeal
Saraiva Martins leu o decreto de Bento XVI, que inscrevia oficialmente
Albertina no catálogo dos bem-aventurados.
Albertina está viva mais do que nunca. Primeiro porque
vive em Deus, imersa na paz e na felicidade sem fim. Depois porque vive no
coração de seus parentes, amigos e devotos. (Fonte: Paulinas)
Veja mais: http://www.albertinab.com
terça-feira, 11 de junho de 2013
sábado, 8 de junho de 2013
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